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Após o término da primeira temporada de Monarch: Legado de Monstros (2023-) no Apple TV, me senti animado e ao mesmo tempo preocupado. Foi incrível ver mais de Godzilla e explorar a Ilha da Caveira, contudo, o alto custo dessas produções me fez temer que a série não fosse renovada, apesar do enorme cliffhanger. Felizmente, a continuação foi confirmada!
A nova temporada de Monarch não só retoma a história de onde parou, mas também a expande. Não se limita às duas linhas do tempo de Lee Shaw, interpretado por Kurt Russell e seu filho Wyatt Russell; também interliga essas tramas de maneira a aprofundar o universo dos monstros criado pela Legendary Entertainment.
É interessante observar que essa expansão para o streaming se mostra superior ao que tem sido feito nos cinemas. O filme mais recente, Godzilla x Kong: O Novo Império (2024), é bastante previsível, resumindo-se a uma sequência de destruições até que os protagonistas se unam contra uma ameaça maior.
Em comparação, os filmes parecem se concentrar apenas na “ação”, enquanto a série apresenta um equilíbrio melhor. Ela não só entrega momentos de tensão e aventura, mas também explora mais profundamente os dilemas e descobertas dos personagens humanos dentro do Monsterverso.
50 anos = 50 dias
A primeira temporada conclui com Hiroshi Randa (Ren Watabe) e seu filho, Kentaro (Takehiro Hira), resgatando Cate (Anna Sawai) e May (Kiersey Clemons) do “Mundo Axis”, de onde os Titãs são originários. Durante a missão, eles também tentam salvar a Dra. Keiko Miura (Mari Yamamoto), mãe de Hiroshi, mas Lee Shaw acaba ficando para trás. De volta à Terra, a cientista descobre que os quase dois meses que passou no mundo dos monstros equivalem a cinco décadas no nosso.
Assim, ao iniciar o segundo ano, a equipe formada anteriormente se dispersa rapidamente, cada um seguindo seu caminho, seja para proteger o que é seu ou para tentar manter os outros longe do perigo. Essa dispersão dá o tom do segundo arco, marcado também por descobertas controversas.
Como resultado, a segunda temporada apresenta uma trama mais fragmentada em comparação com a primeira, que era focada na família Randa. Isso resulta em mais acontecimentos por episódio, mas também em uma narrativa um tanto desorganizada ao longo dos 10 episódios. Alguns personagens e eventos introduzidos nos primeiros capítulos desaparecem ou só reaparecem mais tarde, sem grande explicação.
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Essa instabilidade no roteiro faz com que Monarch: Legado de Monstros perca um pouco do impacto e da grandiosidade dos Titãs que ela tão bem representa na tela. Os episódios intermediários são excelentes, após um início lento. Há uma queda no ritmo novamente antes de um final emocionante, quase piegas, que deixa um desejo de continuar assistindo.
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Especialista em mídia digital e televisão, Alba Baptista traz uma expertise detalhada para a categoria “TV” do VCFAZ.TV. Natural de Lisboa, ela explora as últimas tendências em programação televisiva, oferecendo críticas e análises que capturam e informam os entusiastas da TV.