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No último domingo (30/01), a TV Globo estreou a segunda temporada do “The Voice +”. A competição musical tem o mérito de valorizar candidatos acima de 60 anos que lutam, por uma vida inteira, por visibilidade na mídia. A emissora acerta no horário e dia de exibição. Domingos na faixa das 14h15 (de Brasília). André Marques cumpre a sua missão no papel de “mestre de cerimônias”.

O primeiro sexagenário que subiu ao palco foi o cantor já consagrado Maurício Gasperini. Recentemente, ele até integrava o júri do “Programa Raul Gil”. O programa deveria abrir espaço aos candidatos que percorrem uma vida inteira atrás do reconhecimento musical. Não é o caso do líder da “Rádio Táxi”.

Fafá de Belém agora reforça o elenco de técnicos do “The Voice +”. Ótima aquisição. A cantora entra no espírito da atração. O júri, aliás, deveria ser composto exclusivamente por músicos extremamente experientes.  Toni Garrido, de 54 anos, é outra boa novidade. Thais Fersoza também é outro bom acerto. Passa carisma. Ela cobre os bastidores da competição.

Por outro lado, a TV Globo insiste em Ludmilla como técnica da competição musical. Diante de tal situação, a cantora com seus singelos 26 anos “julga” uma senhora de 90 anos. Estranhíssimo. A carioca destoa da proposta da disputa. Alcione seria merecedora da cadeira, por exemplo.

“The Voice +” é o programa menos desgastado da família Voice. É uma boa opção ao telespectador.

Fabio Maksymczuk

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