CD Projekt RED satisfaz as ambições gaming renovadas da Apple
Alguns meses após o seu anúncio, o último sucesso da CD Projekt vem finalmente satisfazer as ambições gaming renovadas da Apple. Cyberpunk 2077 está agora disponível em macOS, marcando um momento importante para os utilizadores Mac portugueses que aguardavam esta oportunidade.
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Cyberpunk continua a surpreender quase cinco anos depois
A actualidade em torno da licença Cyberpunk 2077 é mais rica do que se poderia imaginar, quase cinco anos após o seu lançamento. Entre o lançamento de uma versão para Nintendo Switch 2, o anúncio de uma segunda temporada para o anime Netflix Edgerunner, o lançamento de um novo patch 2.3 em todas as plataformas… e agora o portage para Mac!
Que Mac para descobrir Cyberpunk 2077?
Mesmo aproximando-se do seu quinto aniversário, Cyberpunk 2077 continua a ser, tal como The Witcher 3 antes dele, um verdadeiro padrão gráfico, ainda hoje utilizado para demonstrar a potência das últimas placas gráficas da Nvidia. Um jogo particularmente exigente, portanto, do qual muitos se perguntam como poderia funcionar em Mac – máquinas raramente associadas ao mundo do gaming.
Requisitos técnicos para utilizadores portugueses
No seu site oficial, a CD Projekt RED publica a lista de recomendações técnicas para desfrutar ao máximo de Cyberpunk 2077. Boa notícia para os jogadores portugueses: mesmo os Mac mais antigos equipados com chip M1 podem pelo menos descobrir o jogo a 30 imagens por segundo.
Configurações recomendadas:
- Mínimo (30 fps): Mac M1 com 16GB de RAM
- Recomendado (60 fps): Mac M3 Pro com 16GB de RAM
- Máximo com ray-tracing: Mac M3 Ultra ou M4 Max
Para jogar a Cyberpunk 2077 com gráficos no máximo e activando o ray-tracing (que modifica profundamente o aspecto do jogo graças a sombras e reflexos hiper-realistas), será necessário optar por um Mac M3 Ultra ou M4 Max. Uma máquina acessível a partir de 2.499€.
Apple reforça o seu jogo no gaming
Uma mudança estratégica importante
A chegada de Cyberpunk 2077 é uma etapa importante para a Apple, que enriquece progressivamente o seu catálogo de jogos disponíveis em Mac. Há anos que a marca americana quer quebrar a sua imagem muito associada à informática de escritório e aos criativos, para reconectar com uma parte da sua história frequentemente ocultada.
Regressar às origens gaming
Na verdade, o Apple II era, nos anos 1980, um dos micro-computadores mais reputados para videojogos. As coisas mudaram muito e o Windows tem hoje a preferência dos jogadores. Mas jogar num Mac, incluindo num MacBook, já não é ficção científica.
O obstáculo do portage
O principal entrave ao desenvolvimento de mais títulos são, naturalmente, os custos de portage. A arquitectura Mac sendo muito diferente da de um PC, exige uma adaptação profunda do código. Um tempo que nem todos os estúdios podem dedicar, especialmente considerando que o parque de potenciais utilizadores é relativamente pequeno comparado aos computadores Windows.
Conclusão
Cyberpunk 2077 no macOS marca um ponto de viragem para o gaming em Mac. Embora ainda existam desafios técnicos e económicos, esta evolução abre novas possibilidades para os utilizadores portugueses de Mac que desejam uma experiência gaming de qualidade.
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Para os jogadores portugueses, isto representa não apenas acesso a um dos jogos mais emblemáticos da década, mas também um sinal de que o futuro do gaming em Mac é promissor. A questão agora não é se mais jogos AAA chegarão ao macOS, mas quando.
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Rogerio Samora é um veterano do jornalismo cultural, focando seu talento na categoria “Tendencia” do VCFAZ.TV. Baseado em Brasília, ele decifra as tendências emergentes no mundo do entretenimento, trazendo aos leitores perspectivas únicas sobre o que molda os gostos e preferências do público.