Japão feudal, mas depuis ?
Assassin’s Creed Shadows finalmente realiza o sonho dos fãs da saga. O jogo nos leva ao fascinante Japão da era Sengoku. Esse período oferece um rico cenário para as aventuras dos assassinos. Apesar de alguma controvérsia em torno do personagem Yasuke, a autenticidade histórica permanece sólida. Historiadores renomados, como Pierre-François Souyri, colaboraram com o projeto. A Ubisoft já explorou muitos períodos cativantes em sua franquia. Da Grécia Antiga à Revolução Francesa, a saga atravessou os séculos. Mas quais poderiam ser os próximos destinos no tempo?
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A Guerra da Gália : entre César e a resistência celta
A Guerra da Gália seria o cenário ideal para um futuro Assassin’s Creed. Esse período entre os romanos e os celtas é repleto de potencial narrativo. A pesquisa arqueológica moderna, como a de Jean-Louis Brunaux, oferece uma nova perspectiva sobre esses eventos. O jogador poderia assumir o papel de um nobre guerreiro celta que resiste à invasão romana.
Ele se infiltraria em acampamentos romanos fortificados e conquistaria cidades. A jogabilidade incluiria batalhas com espadas, machados e dardos. As batalhas de tanques acrescentariam uma dimensão espetacular. O mapa poderia abranger a Gália e parte da Germânia. O DLC poderia até nos levar à ilha da Bretanha.
A queda do Império Asteca : resistência aos conquistadores
O fim da civilização asteca foi um período trágico e fascinante. Ele se encaixaria perfeitamente na fórmula de Assassin’s Creed, que se concentra em épocas conturbadas. Black Flag já nos deu um vislumbre dos templos maias. Um jogo completo nos permitiria explorar essa cultura em profundidade. A história poderia se passar após o cerco de Tenochtitlan em 13 de agosto de 1521.
O jogador assumiria o papel de um guerreiro asteca em busca de vingança contra os conquistadores. Hernán Cortés e seus tenentes seriam excelentes alvos para o nosso assassino. O jogo poderia abordar temas complexos, como aculturação e resistência. As alianças entre os povos indígenas e os europeus acrescentariam uma dimensão política cativante.
Independência da Irlanda : um passo para a era moderna
A saga nunca explorou o século XX, apesar de seu imenso potencial narrativo. A Guerra da Independência da Irlanda seria a transição ideal para esse período moderno. Esse conflito possibilitaria a introdução de novas dinâmicas de jogo. Armas de fogo modernas e novos meios de transporte transformariam a experiência de jogo.
O herói poderia ser um membro do Exército Republicano Irlandês lutando contra a ocupação britânica. Sua jornada começaria com os trágicos eventos da Páscoa de 1916. Ele poderia servir sob o comando de figuras históricas, como Michael Collins ou Éamon de Valera. A guerra civil que se seguiu à independência acrescentaria uma dimensão moral complexa ao enredo.
Uma franquia que continua a reinventar a história
O Assassin’s Creed se estabeleceu como uma ponte única entre os videogames e a história. A franquia permite que os jogadores explorem períodos fascinantes sob um novo ângulo. O equilíbrio entre ficção e realidade histórica é o ponto forte da saga.
Apesar de seus quinze anos de existência, ainda há muitas eras a serem exploradas. Cada um dos três períodos sugeridos oferece possibilidades únicas de narrativa e jogabilidade. Eles permitiriam que a Ubisoft continuasse a inovar, mantendo-se fiel ao DNA da série.
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Mecânica de jogo adaptada a cada época
Cada período histórico apresentaria uma mecânica de jogo específica. A Guerra da Gália se concentraria no combate tribal e na guerra de guerrilha contra Roma. A Queda Asteca ofereceria ambientes urbanos complexos e uma natureza exuberante para explorar.
A Irlanda do início do século XX introduziria a guerra urbana moderna e a sabotagem. Essas variações enriqueceriam a experiência e, ao mesmo tempo, renovariam a fórmula. O sistema parkour, emblemático da série, seria adaptado a cada ambiente. Armas e equipamentos específicos de cada época trariam um frescor bem-vindo.
Conclusão
Assassin’s Creed continua a evoluir e a explorar novos e fascinantes períodos históricos. Depois do Japão feudal das sombras, as possibilidades continuam imensas para a franquia. A Guerra da Gália, a queda do Império Asteca e a independência da Irlanda representam três direções cativantes.
Cada um deles ofereceria aos jogadores uma experiência única, mantendo-se fiel ao DNA da série. Temas como resistência, identidade cultural e liberdade serão explorados. Seja qual for o destino escolhido pela Ubisoft, a aventura promete ser tão gratificante quanto emocionante.
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Rogerio Samora é um veterano do jornalismo cultural, focando seu talento na categoria “Tendencia” do VCFAZ.TV. Baseado em Brasília, ele decifra as tendências emergentes no mundo do entretenimento, trazendo aos leitores perspectivas únicas sobre o que molda os gostos e preferências do público.
Ótimos períodos esses para abordar. Outra região ótima para também Ubisoft explorar em algum momento para franquia, a China, século 16, 17. Dinastia Qing. Poderia até ser melhor que esse período do AC Shadows.