Assassin’s Creed: 6 obras que merecem uma continuação
Enquanto os fãs aguardam ansiosamente o lançamento de Assassin’s Creed Shadows, vale a pena relembrar a rica história dessa franquia icônica. Alguns episódios deixaram personagens e mundos tão cativantes que merecem ser revisitados. Aqui estão seis jogos da série que se beneficiariam particularmente de uma sequência.
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Assassin’s Creed (2007) – O retorno de Altair
A primeira obra da franquia nos apresentou a Altaïr Ibn-La’Ahad, um assassino cujo legado permeia toda a saga. No entanto, esse personagem fundador só foi objeto de um jogo para console principal, complementado por dois títulos secundários: Altaïr’s Chronicles para Nintendo DS (uma prequela) e Bloodlines para PSP (uma sequência direta).
Quase vinte anos após sua estreia, Altair ainda não entrou na era moderna dos videogames. Embora um remake certamente seja bem-vindo, explorar seu período como Mentor da Ordem dos Assassinos seria um terreno narrativo particularmente fértil. Esse período crucial de sua vida, quando ele reformou a Irmandade e escreveu o famoso Codex, continua amplamente inexplorado em um formato de jogo AAA.
Assassin’s Creed Origins (2017) – A expansão da Irmandade
Origins marcou um ponto de virada decisivo na evolução da licença, adotando uma fórmula de RPG e nos levando às origens da Assassin’s Brotherhood. A história de Bayek e Aya no Egito Ptolemaico estabeleceu uma base narrativa que poderia ser facilmente ampliada.
Embora uma prequela da era dos faraós fosse fascinante, uma sequência que seguisse a expansão da recém-formada Brotherhood também ofereceria um potencial considerável. O final do jogo sugere o estabelecimento de escritórios em Mênfis e Roma, sendo que o último poderia servir como um cenário ideal para explorar a Roma antiga em todo o seu esplendor, além dos limites geográficos já explorados em outros títulos da série.
Assassin’s Creed Mirage (2023) – A era dourada islâmica inexplorada
Apresentado como um retorno às suas raízes, Mirage cumpriu suas promessas, mas apenas arranhou a superfície do potencial de seu cenário histórico. Inicialmente concebido como uma extensão de Valhalla antes de evoluir para um jogo por si só, a aventura de Basim na Bagdá do século IX merece ser explorada com mais profundidade.
Uma sequência exploraria com mais detalhes a Era de Ouro Islâmica, um período rico em avanços científicos, culturais e arquitetônicos. Infelizmente, a Ubisoft parece ter decidido abandonar a história de Basim na próxima obra, Shadows, potencialmente fechando a porta para essa possibilidade.
Assassin’s Creed IV Black Flag (2013) – Novas aventuras de piratas
Black Flag é regularmente um dos episódios mais populares da série, tanto que a Ubisoft está atualmente preparando um remake. A aventura de Edward Kenway no Caribe do século XVIII causou uma impressão duradoura com sua revolucionária jogabilidade naval e sua imersão na era de ouro da pirataria.
Uma sequência poderia permitir que os jogadores se reencontrassem com Edward ou explorassem outros aspectos desse fascinante período histórico. A Ubisoft já tem uma base narrativa com seu webtoon “Forgotten Temple” publicado em 2023, que poderia servir de inspiração para novas aventuras marítimas.
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Assassin’s Creed Odyssey (2018) – O potencial de um imortal
Embora Odyssey seja frequentemente criticado por se afastar da mecânica tradicional da franquia, ele introduziu um elemento narrativo com infinitas possibilidades: a imortalidade de Kassandra. No final do jogo, a personagem principal se torna efetivamente imortal graças ao cajado de Hermes Trismegisto.
Esse recurso oferece uma oportunidade narrativa única: Kassandra poderia, teoricamente, aparecer em qualquer período histórico, servindo como uma ponte entre diferentes épocas da série. Assim, uma sequência poderia corrigir certos aspectos criticados do jogo original e, ao mesmo tempo, explorar o conceito fascinante de uma assassina que atravessa as eras.
Assassin’s Creed Unity (2014) – A era napoleônica
Unity continua sendo um dos jogos mais subestimados da franquia, em parte devido a seus problemas técnicos no lançamento. No entanto, seu cenário histórico – a Revolução Francesa – oferece um terreno narrativo excepcional que poderia facilmente ser estendido para a era napoleônica.
Uma sequência poderia acompanhar Arno Dorian durante as campanhas de Napoleão, desde os campos de batalha de Austerlitz até a desastrosa campanha russa. Esse rico contexto histórico nos permitiria explorar as maquinações dos Cavaleiros Templários em escala europeia durante um período de profundas mudanças políticas e sociais.
Conclusão
A riqueza histórica e narrativa da franquia Assassin’s Creed oferece um potencial quase ilimitado para novas aventuras. Esses seis jogos, em particular, deixaram para trás personagens e contextos históricos memoráveis que merecem ser revisitados. Como a Ubisoft continua a desenvolver a franquia com novos cenários e personagens, também faria sentido aproveitar esse rico legado para oferecer aos fãs sequências das aventuras que eles tanto gostaram.
Seja explorando a vida de Altair como Mentor, seguindo a expansão da Brotherhood com Bayek e Aya ou acompanhando Kassandra através dos tempos, essas possíveis continuações poderiam não apenas satisfazer os fãs de longa data, mas também enriquecer muito o universo de Assassin’s Creed.
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Rogerio Samora é um veterano do jornalismo cultural, focando seu talento na categoria “Tendencia” do VCFAZ.TV. Baseado em Brasília, ele decifra as tendências emergentes no mundo do entretenimento, trazendo aos leitores perspectivas únicas sobre o que molda os gostos e preferências do público.