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Na última quinta-feira (30/12), “Passaporte para Liberdade” chegou ao último capítulo na TV Globo. A produção internacional, em parceria com a Sony, cumpriu a missão de valorizar Aracy de Carvalho, interpretada por Sophie Charlotte, e João Guimarães Rosa, vivido brilhantemente por Rodrigo Lombardi.

A minissérie de oito capítulos, escrita e idealizada por Mario Teixeira, estreou com a apreensão de ser dublada, já que foi gravada em inglês. Porém, isso não comprometeu o bom desenvolvimento da atração, mesmo com a não dublagem pela atriz Sophie Charlotte de sua personagem.

“Passaporte para Liberdade” desenvolveu a história da perseguição dos nazistas aos judeus com bom ritmo e bom elenco. A marca da direção de Jayme Monjardim se fez presente. Fotografia e iluminação se destacaram. Os depoimentos dos familiares das pessoas ajudadas por Aracy, no encerramento dos episódios, incrementaram a minissérie.

Porém, a TV Globo errou ao jogar a minissérie para a madrugada. Em alguns dias, terminou por volta da 1 da manhã, enquanto a emissora preferiu escalar o desgastado especial de Roberto Carlos, o desgastado The Voice Brasil e até o especial Fé na Vida após o encerramento da novela Um Lugar ao Sol. Essa faixa pertenceria, naturalmente, à minissérie. Como já ocorreu em anos anteriores, até poderia ser exibida nas duas primeiras semanas de janeiro, antes da estreia do “BBB”. Perdeu a potencialidade da produção nos índices de audiência.

Mesmo assim, é louvável que a minissérie tenha sido exibida neste momento histórico, relembrando o vírus do Nazismo que persiste na sociedade. Aqui no Brasil, sofreu uma mutação denominada Integralismo que sobrevive na política nacional. Infelizmente.

Fabio Maksymczuk

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