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As icônicas primeiras notas da trilha sonora de abertura logo revelam que, apenas quatro meses após a conclusão de Stranger Things, retornamos a Hawkins. Contudo, rapidamente percebemos uma mudança na música que sugere uma nova direção: o mesmo universo, porém apresentado de forma distinta.
Stranger Things: Histórias de 85 nos leva de volta ao intervalo entre a segunda e terceira temporadas da série original, desta vez sob a forma de animação. Na trama, resquícios do Mundo Invertido permanecem em Hawkins mesmo após o fechamento do portal por Eleven, e essas partículas estão se fortalecendo e evoluindo. É quando o grupo se reúne novamente para prevenir novos desastres.
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A animação capta a essência familiar dos primeiros anos da série, o que pode ser imediatamente atraente. É curioso que Eleven, Mike, Will, Lucas, Dustin e Max não sejam dublados pelos mesmos atores das temporadas live-action, ainda assim, as novas vozes mantêm as inflexões e idiossincrasias às quais nos acostumamos. Quase não se percebe a mudança.
O maior destaque de Histórias de 85 reside na habilidade dos roteiristas Joshua Pruett (Phineas e Ferb) e Jennifer Muro (Star Trek: Prodigy), e do diretor Phil Allora (que trabalhou em Lilo & Stitch, Tarzan e Mulan) em explorar todas as possibilidades que a animação oferece. As cenas são vibrantes e coloridas, e os seres do Mundo Invertido são especialmente brilhantes e texturizados na tela.
A criatividade se estende às cenas de ação, que se aprimoram em cada episódio com o uso de diversos recursos, aumentando os riscos progressivamente. Apesar de dependerem bastante dos poderes de Eleven, e de termos a certeza de que ela sempre se recuperará a tempo, a intensidade construída na batalha final pode ser mais surpreendente que o clímax com Vecna na última temporada de Stranger Things.
Em meio a cenas impressionantes e inventivas, Histórias de 85 se sustenta pelos laços e conexões entre os personagens, agora realçados pela chegada de uma nova personagem, Nikki (Odessa A’zion), filha da professora substituta de ciências que rapidamente se integra ao grupo.
Nikki, usando sua estatura para intimidar os valentões, nunca teve amizades verdadeiras devido às constantes mudanças com sua mãe. Assim, é tocante observar seu crescente vínculo com os outros, especialmente com Will, desafiando a superproteção de Mike e ajudando-o a ganhar confiança para se defender.
Além disso, Histórias de 85 parece ter a intenção de expandir ainda mais seu enredo. Há vários easter eggs sobre a inauguração do Starcourt Mall e o Scoops Ahoy, e muitas possibilidades para o futuro de Nikki, que ainda não partiu, mas certamente terá um motivo para não ter aparecido nas versões live-action. Resta-nos descobrir qual será esse motivo, e esperamos que a explicação chegue logo após esta empolgante primeira temporada.
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Nota do Crítico
Stranger Things: Histórias de 85
Matt Duffer e Ross Duffer
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Especialista em mídia digital e televisão, Alba Baptista traz uma expertise detalhada para a categoria “TV” do VCFAZ.TV. Natural de Lisboa, ela explora as últimas tendências em programação televisiva, oferecendo críticas e análises que capturam e informam os entusiastas da TV.